Contratação de influenciadores por agências: o que merece atenção?
Tatiana Roxo discute os limites entre autonomia e vínculo empregatício no livro “Influenciadores Digitais e Seus Desafios Jurídicos – Parte II”.
Muitas marcas trabalham com influenciadores por meio de agências. Nesse formato, quem combina as entregas? Quem orienta o trabalho? E qual é o espaço do influenciador para decidir como produzir seu conteúdo?
As perguntas ganham importância quando as campanhas se tornam frequentes, surgem exigências de exclusividade e o acompanhamento do trabalho fica mais próximo.
Esse é o tema do artigo de Tatiana Roxo, “Modelos Híbridos de Contratação de Influenciadores Digitais: os limites entre autonomia e vínculo empregatício”, que integra a obra coletiva Influenciadores Digitais e Seus Desafios Jurídicos – Parte II.
O texto analisa diferentes modelos de contratação e os aspectos que precisam ser observados na relação entre influenciadores, marcas e agências. Entre eles estão a autonomia, a continuidade do trabalho e o grau de controle sobre a prestação dos serviços.
Para quem contrata ou gerencia campanhas, a reflexão começa com uma pergunta: o que está previsto no contrato corresponde ao que acontece no dia a dia?
A participação de Tatiana na obra contribui para essa discussão, aproximando o Direito do Trabalho da realidade do marketing de influência.
Sobre o lançamento
O lançamento será realizado em 7 de outubro de 2026, às 18h30, na Escola Superior da Advocacia de São Paulo.
Local: ESA/SP — Sala 3
Endereço: Rua Cincinato Braga, nº 37, 13º andar, Bela Vista, São Paulo.
Evento presencial e gratuito.
Informações e inscrições pela ESA/SP.