A atualização da NR-1 incluiu fatores de risco psicossociais no GRO/PGR, com exigências a partir de 26/05/2026.
Isso desloca o debate: saúde mental no trabalho deixa de ser apenas pauta de cultura e passa a ser gestão de risco. E gestão de risco pede três coisas: mapa, controles e evidências.
O erro recorrente que eu vejo é tentar resolver com “campanha e urgências” um problema que nasce do desenho do trabalho: carga, metas, autonomia, liderança, canais, resposta.
Quando a organização trata como caso individual, ela perde duas vezes: na operação (afastamentos, queda de produtividade, rotatividade) e na prova (quando precisa demonstrar que preveniu).
Minha leitura é objetiva: essa norma é oportunidade de maturidade estratégica.
Porque obriga a empresa a transformar um tema complexo em método — e método dá previsibilidade, reduz ruído e protege pessoas sem paralisar o negócio.
A pergunta prática é: sua empresa consegue provar que identifica, avalia e controla riscos psicossociais?
Se a resposta for “não sei”, então existe um trabalho de governança e ponto de vista jurídico para começar agora e eu posso te ajudar.
Vamos conversar.
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