O Dia Internacional da Proteção de Dados existe para conscientizar.
Mas eu volto sempre à mesma pergunta — que, honestamente, ainda incomoda:
será que estamos discutindo privacidade com quem realmente precisa ouvir ou seguimos conversando, majoritariamente, entre quem já vive o tema?
Fora da bolha técnica, proteção de dados costuma aparecer de duas formas.
Como “burocracia”, até virar crise.
Ou como “assunto jurídico”, até se transformar em uma decisão difícil — dessas que ninguém quer assumir sozinho.
A inteligência artificial acelerou esse choque com a realidade.
Quando imagem, voz, comportamento e identidade passam a ser replicáveis, o valor dos dados deixa de ser teórico. Ele se torna concreto. E passa a ter consequência.
É nesse contexto que o debate tende a mudar de patamar.
Olhando para 2026, LGPD deixa de ser apenas uma obrigação legal e passa a funcionar como critério de governança: para inovar com responsabilidade, competir sem imprudência e sustentar decisões que impactam pessoas e negócios.
A provocação que fica é simples, mas decisiva:
na sua empresa, privacidade já é pauta de liderança ou ainda é tratada como um tema que “fica no jurídico”?
Nos próximos dias, vou compartilhar aqui materiais objetivos e aplicáveis — menos teoria, mais decisão.
Já está disponível um guia prático sobre LGPD como critério de decisão, pensado para quem precisa responder, justificar e sustentar escolhas envolvendo dados e inteligência artificial no dia a dia das empresas.
Este é também o início de um novo ciclo:
nova página, novo site em breve, nova identidade — e uma forma ainda mais direta de traduzir cenários complexos em clareza para quem decide.
Se fizer sentido para você, quero te convidar a seguir a página.
https://www.linkedin.com/company/tatiana-roxo-sociedade-de-advocacia
A partir de agora, vou abordar LGPD, dados, inteligência artificial e Direito do Trabalho com o que normalmente falta nesses debates: tradução para decisão.
Menos ruído, mais clareza — do tipo que ajuda a escolher bem hoje e sustentar amanhã.